

Em 1986 um luthier chamado Seizi Tagima começou a fabricar guitarras no Brasil. A ideia era simples: entregar um instrumento de qualidade real para o músico brasileiro sem depender de importação. Dez anos depois a marca foi adquirida pela importadora Marutec e ganhou escala industrial. Hoje a Tagima é reconhecida como a primeira marca de guitarra brasileira a produzir em escala mundial.
O desenvolvimento dos produtos é liderado pelo luthier Márcio Zaganin. A linha cobre desde iniciantes absolutos até guitarristas exigentes que tocam em palcos profissionais. Nomes como Kiko Loureiro e Juninho Afram já usaram instrumentos da marca. Isso não é marketing. É resultado de décadas de consistência.
Mas guitarra Tagima é boa de verdade ou o preço baixo é o único atrativo? Este guia da Loja Constelação responde essa pergunta com honestidade. modelo por modelo.
Antes de analisar modelos específicos. é preciso entender o que torna qualquer guitarra boa. Três fatores definem isso: afinação estável. conforto ao tocar e timbre consistente. Se um instrumento falha em qualquer um desses três pontos. o preço não importa.
A Tagima resolve os três. Não de forma idêntica em todos os modelos. mas com uma consistência que poucas marcas nacionais conseguem manter em toda a linha. As madeiras usadas são consolidadas na lutheria: basswood. mahogany. maple e technical wood aparecem em diferentes modelos com propósitos sonoros distintos. Os captadores variam entre single-coil e humbucker dependendo do perfil de cada linha.
O custo-benefício real da Tagima não está só no preço. Está na ausência de surpresas desagradáveis depois da compra. O instrumento chega afinável. com acabamento sem defeitos visíveis e com componentes que funcionam. Para quem está comprando a primeira guitarra ou trocando de instrumento. essa previsibilidade vale muito.
A linha Tagima cobre os três formatos clássicos de guitarra elétrica. Antes de escolher o modelo. é preciso entender o que cada formato entrega:
A Tagima tem modelos em todos esses formatos. A escolha certa depende do estilo que você toca. não da marca. Veja abaixo os destaques da linha de guitarras Tagima disponíveis na Loja Constelação.
O Tagima Memphis MG30 Fiesta Red é o modelo para quem está comprando a primeira guitarra elétrica e não quer arriscar em algo sem procedência. O acabamento Fiesta Red é visualmente marcante. Uma cor que remete às guitarras clássicas dos anos 60 sem custo de vintage.
O formato Stratocaster com configuração de captadores entrega versatilidade desde o primeiro acorde. Para pop. rock clássico. MPB e qualquer estilo que peça um timbre limpo e articulado. o MG30 responde bem. É o instrumento que não vai frustrar quem está começando nem envergonhar quem já toca há algum tempo.
Para iniciantes que querem entrar no mundo da guitarra elétrica com uma marca de histórico comprovado e um visual que motiva a praticar todos os dias. o Memphis MG30 é a escolha certa dentro da linha Tagima.
O Tagima TGA-580 Olympic White Relic é um dos modelos mais completos da linha. O acabamento Relic simula o envelhecimento natural de guitarras que passaram por décadas de uso intenso. É o visual preferido de guitarristas que querem um instrumento com personalidade e história mesmo saindo da caixa novo.
O braço em Roasted Maple é o detalhe técnico mais importante desse modelo. A madeira torrada tem maior estabilidade dimensional em relação à umidade e temperatura. Isso significa menos variação de ação ao longo do ano. menos necessidade de regulagem e um timbre ligeiramente mais seco e articulado do que o maple convencional.
A configuração HSS com humbucker na ponte cobre do som limpo e brilhante dos single-coils até o punch encorpado do humbucker para rock e blues mais pesado. Para guitarristas intermediários e avançados que querem um instrumento Tagima de alto nível com especificações que justificam o investimento. o TGA-580 entrega tudo isso.

O Tagima J-3 Transparent Brown tem um acabamento que não esconde a madeira. O Transparent Brown deixa os veios naturais do corpo visíveis sob o verniz. criando um visual orgânico e único em cada instrumento. Para guitarristas que preferem o aspecto natural da madeira ao invés de cores sólidas. o J-3 entrega essa estética com muito estilo.
A captação HSS com mini humbucker na ponte é uma configuração inteligente. O mini humbucker tem mais brilho e articulação do que um humbucker convencional. mas mais punch e cancelamento de ruído do que um single-coil. Isso coloca o J-3 numa faixa sonora específica: mais encorpado que uma Strato comum. mais brilhante que uma guitarra com humbucker full-size.
A ponte tremolo de 2 pivôs é mais estável e precisa do que sistemas de 6 parafusos. Retorna à afinação com mais consistência depois de usar a alavanca. Para quem usa vibrato com frequência em solos e passagens expressivas. esse detalhe faz diferença real na prática.
O Tagima Stella NTS Mahogany tem corpo em mahogany. e essa escolha de madeira define tudo sobre o caráter sonoro desse modelo. Enquanto a maioria dos Stratos usa basswood ou alder. o mahogany entrega mais calor nos médios. mais sustain e um grave mais redondo e encorpado.
O resultado é uma guitarra com formato Strato mas com alma de rock clássico. O ataque é um pouco mais suave. a nota sustenta mais e o timbre limpo tem uma densidade que single-coils em basswood não conseguem replicar. Para quem toca blues. rock clássico dos anos 70 ou qualquer estilo que peça um Strato com mais corpo. o Stella NTS é o modelo certo na linha Tagima.
O acabamento Natural Satin deixa a madeira visível e o toque acetinado no corpo é mais confortável em sessões longas de prática. É o modelo para o guitarrista que já sabe o que quer do timbre e quer uma guitarra Tagima que entregue algo diferente do padrão.

Uma das maiores virtudes da linha é a cobertura de estilos. Dificilmente você encontra um gênero musical que não tenha um modelo Tagima adequado para ele.
Vale. Mas a resposta completa exige uma distinção importante: a Tagima entrega custo-benefício real. não só preço baixo.
Preço baixo sem qualidade é fácil de encontrar. O mercado está cheio de instrumentos baratos que chegam com defeito de fábrica. afinação instável e componentes que falham em poucos meses. A Tagima não é isso. É uma marca com mais de 35 anos de mercado. controle de qualidade estabelecido e uma linha de produtos que evoluiu consistentemente ao longo do tempo.
O que os guitarristas que usam a marca apontam consistentemente:
Guitarra Tagima é boa para iniciantes?
Sim. É uma das escolhas mais seguras para quem está começando no Brasil. A construção é consistente. o braço é confortável e o instrumento não vai criar obstáculos no aprendizado.
Tagima é melhor que Squier?
Depende do modelo comparado. Na mesma faixa de preço. a Tagima frequentemente entrega especificações superiores. especialmente em acabamento e estabilidade de afinação. A Squier tem a vantagem do nome Fender associado. mas o instrumento em si é comparável.
Vale fazer upgrade numa guitarra Tagima?
Vale muito. A base construtiva dos instrumentos da marca responde bem a melhorias. Trocar os captadores originais por peças de marcas como Seymour Duncan ou DiMarzio é o upgrade mais eficiente para quem quer extrair mais do instrumento sem comprar uma guitarra nova.
Qual guitarra Tagima comprar primeiro?
Para iniciantes. o Memphis MG30 é o ponto de partida mais seguro. Para quem já toca e quer um instrumento com mais recursos. o TGA-580 Roasted Maple ou o J-3 Transparent Brown são os modelos que melhor justificam o investimento.
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